Gastrite: diagnóstico correto antes de qualquer tratamento

Queimação, dor no estômago e mal-estar depois de comer são sintomas comuns, mas o tratamento certo depende de entender de onde isso está vindo. Na prática do Dr. Andreas Koszka, tratar a sensação sem esclarecer a causa costuma ser o caminho mais curto para o problema voltar.

Gastrite

O que é gastrite e como se manifesta?

Gastrite é a inflamação da mucosa do estômago. Ela pode aparecer com queimação na parte alta do abdômen, náusea, empachamento, perda de apetite e desconforto após as refeições. Em alguns casos, só é identificada na endoscopia.

Na forma como o Dr. Andreas conduz esses casos, o ponto mais importante é não transformar qualquer queimação em diagnóstico fechado de gastrite. Muitas pessoas chegam dizendo que "estão com gastrite", quando na verdade estão descrevendo um sintoma. E sintoma, sozinho, não fecha diagnóstico.

Pode haver gastrite, mas também pode haver refluxo, pedra na vesícula, uso de medicamentos irritando o estômago ou outro problema digestivo pedindo uma investigação mais precisa.

Quer entender as causas em detalhe e o que evitar na alimentação? Leia o artigo completo →

Dr. Andreas Koszka

Como a gastrite é tratada?

Para o Dr. Andreas, o tratamento começa antes da receita. Começa entendendo o contexto da queixa. A queimação aparece em jejum ou depois de comer? Existe uso frequente de anti-inflamatório? Há cigarro, álcool, rotina alimentar desorganizada ou perda de peso associada? Essa leitura da história clínica ajuda a separar um quadro de gastrite de outras possibilidades e evita tratamento genérico.

Quando a investigação confirma gastrite, o manejo costuma ser clínico. Se houver H. pylori positivo, o tratamento pode incluir antibióticos associados a medicação para reduzir a acidez.

Quando o quadro está relacionado ao uso de anti-inflamatórios ou outros irritantes, a conduta passa por retirar o agente agressor e proteger o estômago. Já nos casos em que a alimentação ruim, os horários desregulados e o excesso de estímulo gástrico pesam mais, o tratamento envolve ajuste de rotina, orientação alimentar e acompanhamento.

Na prática dele, esse é um ponto importante: gastrite não é um problema cirúrgico. O que faz diferença é acertar o diagnóstico, corrigir a causa quando ela é identificável e acompanhar a resposta do paciente.

O que o Dr. Andreas costuma investigar antes de fechar o diagnóstico?

Nem toda dor na boca do estômago é gastrite, e é por isso que o Dr. Andreas valoriza tanto a investigação clínica. Na consulta, ele costuma cruzar sintomas, rotina e exames para entender o que realmente está acontecendo.

A endoscopia é um exame importante, especialmente quando há persistência dos sintomas, recorrência do quadro ou sinais que pedem mais atenção. O ultrassom de abdômen também pode entrar na investigação, porque dor e mal-estar após comer nem sempre vêm do estômago. Em alguns pacientes, o sintoma que parecia gastrite acaba levando ao diagnóstico de refluxo ou pedra na vesícula.

O tratamento é coberto pelo convênio?

Sim. O Dr. Andreas Koszka atende pelos convênios Amil One Black e Alice em consultório particular em Higienópolis, São Paulo.

Amil One Black Alice

Quer entender mais antes de consultar?

Alguns pacientes preferem chegar à consulta já com uma leitura mais organizada do problema. Para isso, vale aprofundar em conteúdos complementares do blog.

O que não comer com gastrite — guia prático

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H. pylori: o que é e como tratar

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Gastrite e estresse: qual a relação?

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Perguntas frequentes sobre gastrite

Depende da causa. Em muitos casos, o quadro pode melhorar de forma consistente quando a origem é tratada corretamente e os hábitos que agravam o estômago são corrigidos.

Isso varia de pessoa para pessoa, mas alimentos muito gordurosos, álcool, excesso de café, pimenta e refeições pesadas costumam piorar os sintomas.

Nem toda gastrite crônica evolui para algo mais grave, mas alguns quadros precisam de acompanhamento adequado, especialmente quando há alterações específicas na mucosa do estômago.

Nem sempre de imediato. O exame é indicado conforme o quadro clínico, a duração dos sintomas e os achados da consulta.

O estresse pode piorar sintomas e bagunçar a rotina alimentar, mas ele não explica tudo sozinho. Por isso, é importante não resumir o problema a uma única causa sem investigar.

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