O abaulamento apareceu, o diagnóstico foi confirmado e a dúvida passa a ser outra: isso precisa operar agora ou dá para acompanhar? Para o Dr. Andreas Koszka, a resposta depende do tipo de hérnia, dos sintomas, do exame físico e do risco real de evolução. A decisão cirúrgica não é apressada, mas também não deve ser adiada sem critério.
A hérnia acontece quando uma estrutura interna projeta-se por um ponto de fraqueza da parede abdominal, formando um abaulamento que costuma ficar mais evidente com esforço, tosse ou atividade física. Em muitos casos, o paciente percebe uma saliência local, desconforto, sensação de peso ou dor na região.
Na avaliação do Dr. Andreas, o exame físico tem papel importante e, muitas vezes, já orienta bem o diagnóstico. O que ele observa não é apenas a presença da hérnia, mas o comportamento dela: se aumenta com esforço, se reduz ao deitar, se dói, se mudou de tamanho e se passou a ficar endurecida ou difícil de retornar. Quando o abaulamento não reduz, a dor piora ou o quadro muda de característica, isso pede atenção mais rápida.
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Na forma como o Dr. Andreas conduz esses casos, a hérnia não é tratada com uma única resposta para todo mundo. Primeiro, ele define que tipo de hérnia está em jogo e como ela está repercutindo na vida do paciente.
No caso da hérnia umbilical, a indicação cirúrgica tende a ser mais direta. Já na hérnia inguinal, a decisão pode ser mais criteriosa, levando em conta dor, progressão, impacto na rotina e risco de complicação.
Quando a cirurgia é indicada, o tratamento é definitivo e pode ser feito por duas vias principais:
O tipo de cirurgia não é escolhido por padrão. Ele é definido conforme a anatomia da hérnia, o histórico do paciente e indicada relação entre segurança e resultado.
Na prática clínica do Dr. Andreas, a cirurgia ganha mais força quando a hérnia já está saindo do campo do achado e entrando no campo do problema real. Isso acontece, por exemplo, quando há:
Um ponto importante da orientação dele é este: operar de forma programada costuma ser mais simples e mais segura do que esperar a hérnia piorar para só então correr atrás de tratamento.
Sim. A cirurgia de hérnia pode ser coberta pelos convênios Amil One Black e Alice, atendidos pelo Dr. Andreas Koszka em consultório particular em Higienópolis, São Paulo.
Se você prefere compreender melhor o tema antes da consulta, estes conteúdos do blog ajudam a aprofundar as dúvidas mais comuns.
Não. O que pode variar é o momento certo de operar.
Como qualquer cirurgia, ela exige avaliação adequada, mas quando bem indicada e planejada tende a ter evolução segura.
Isso depende do tipo de hérnia, da técnica usada e da recuperação individual.
Pode, embora isso não aconteça na maioria dos casos. Técnica, tipo de hérnia e fatores do paciente influenciam esse risco.
Sim, pode haver cobertura pelos convênios Amil One Black e Alice, conforme avaliação do caso.