Quando o refluxo começa a se repetir, muita gente entra em um ciclo conhecido: melhora por um tempo, piora de novo, troca remédio, corta alguns alimentos e segue convivendo com a sensação de que o problema nunca foi realmente resolvido. Na prática do Dr. Andreas Koszka, o ponto central é entender quando o tratamento clínico ainda faz sentido e quando vale discutir uma abordagem cirúrgica.
O refluxo gastroesofágico acontece quando o conteúdo ácido do estômago volta para o esôfago. Os sinais mais comuns são queimação no peito, gosto ácido na boca, sensação de bolo na garganta, tosse seca persistente e desconforto depois das refeições.
Na avaliação do Dr. Andreas, o refluxo não é definido só pelo sintoma isolado. Ele observa o padrão da queixa, a relação com alimentação, sono, excesso de peso, rotina e tempo de evolução. Isso importa porque nem toda queimação significa a mesma coisa, e nem todo refluxo tem a mesma intensidade ou pede a mesma conduta.
Quer entender melhor os sintomas e as causas?
Na forma como o Dr. Andreas conduz esse quadro, o tratamento é feito em etapas. O primeiro passo é ajustar o terreno em que o refluxo acontece. Isso inclui rever horários das refeições, evitar comer perto da hora de deitar e reduzir alimentos que provocam piora.
O segundo passo é o tratamento medicamentoso, geralmente com remédios que reduzem a produção de ácido e ajudam a controlar os sintomas. Em muitos pacientes, essa combinação entre rotina organizada e medicação traz boa resposta.
Mas existe um ponto importante aqui: controlar o sintoma não significa que a discussão acabou. O Dr. Andreas avalia se o paciente está realmente bem com o tratamento clínico ou se está apenas apagando incêndio há muito tempo.
Esse é justamente o momento em que a cirurgia entra na conversa. E entra como conversa mesmo, não como resposta automática.
Na prática do Dr. Andreas, a cirurgia de refluxo é reservada para casos selecionados. Ela pode ser considerada quando há:
A técnica é feita por via laparoscópica, com pequenas incisões. O Dr. Andreas pondera idade, tempo de exposição ao refluxo, anatomia da região e expectativa real de benefício antes de indicar esse caminho.
Sim. A colecistectomia laparoscópica pode ser autorizada pelos convênios Amil One Black e Alice, atendidos pelo Dr. Andreas Koszka em consultório particular em Higienópolis, São Paulo.
Alguns pacientes chegam prontos para decidir. Outros preferem compreender melhor o quadro antes de dar o próximo passo.
Alimentos que agravam o refluxo e o que priorizar na alimentação.
Leia maisNem toda queimação é gastrite. Veja como esse sintoma é investigado.
Leia maisSaiba quando o acompanhamento faz sentido e quando a cirurgia precisa entrar na conversa.
Leia maisDepende do caso. Em muitos pacientes, o controle clínico funciona bem. Em outros, pode haver indicação cirúrgica.
Alimentos gordurosos, refeições volumosas, álcool, excesso de café e comida muito próxima ao horário de dormir costumam piorar bastante os sintomas.
Na cirurgia laparoscópica, a recuperação costuma ser mais tranquila. Em geral, a alta ocorre em 24 horas, com retorno progressivo às atividades em cerca de 7 a 10 dias.
Sim, o procedimento pode ser autorizado nesses convênios, conforme avaliação clínica e indicação cirúrgica.
O refluxo crônico pode levar a alterações no esôfago, como o esôfago de Barrett, que precisa de acompanhamento adequado.